Herpes: o que fazer para não pegar?

O herpes é uma doença contagiosa e crônica que provoca feridas de fundo avermelhado na pele. É grande o número de pessoas que não têm noção do contágio dessa moléstia. Muitas vezes, ela pode ficar camuflada por longos períodos sem causar sintomas, o que dificulta bastante seu diagnóstico.

Neste artigo, buscamos esclarecer as principais dúvidas a respeito do herpes e seus tipos, formas de prevenção e tratamento. Se você deseja saber um pouco mais sobre o tema, continue a leitura e fique por dentro!

Quais os tipos de herpes existentes?

O herpes é transmitido por um vírus chamado HSV, que ainda não tem cura, apenas tratamento. São três os tipos de herpes existentes: labial, genital e zoster.

Entenda mais sobre cada um deles abaixo:

O herpes labial

É a categoria que afeta a boca ou a face. A doença é caracterizada como vírus Tipo 1 e considerada simples, por ser mais fácil de ser medicada. Ela pode ser transmitida pelo contato direto com pessoas infectadas, por meio de beijos ou do sexo oral.

Os principais sintomas são: erupções nos lábios, como bolhas avermelhadas ou lesões na boca, crostas amarelas com coceira e até dor de garganta.

O herpes genital

O herpes genital é uma doença sexualmente transmissível. A presença do vírus nos órgãos genitais causa desconforto, como dores e irritações. No período de 5 a 10 dias após a relação sexual, é comum surgirem manchas vermelhas, lesões, bolhas, cascas e úlceras que podem sangrar.

Também é possível que a pessoa apresente dores musculares, dores de cabeça e mal-estar após o contágio. Devido à maior exposição da mucosa vaginal, o herpes genital é mais comum em mulheres.

O herpes zoster

Esse tipo de herpes é uma infecção viral que pode atingir qualquer parte do corpo. O contágio vai além do contato direto entre pessoas, e a doença pode provocar problemas de movimentação, além de desconforto no membro atingido.

O herpes zoster pode dar indício de doenças mais graves, como a Aids e o câncer, e ser causado pelo vírus da catapora. Os sintomas incluem calafrios, dores, manchas vermelhas pelo corpo e o aparecimento de bolhas.

Como é a vida de quem possui o vírus?

No período de latência, ou seja, quando não há lesões, o vírus não é transmitido, o que facilita a vida de quem está contaminado. Se as lesões não forem tratadas adequadamente, aparecerão com maior frequência.

Quem tem o vírus precisa manter práticas de limpeza nas regiões atingidas. O cuidado é necessário para não sobrecarregar o organismo com medicamentos, já que eles podem trazer efeitos colaterais severos.

Pode beijar? E ir à praia?

Na fase inicial e durante o processo de cicatrização, os beijos devem ser evitados. Para ir à praia, é preciso proteger bem a pele. Um creme cicatrizante indicado pelo médico pode ser um bom aliado.

O herpes tem afinidade com as terminações nervosas; logo, é importante cuidar das emoções e evitar picos de estresse, de modo a prevenir o surgimento de crises.

Quais as formas de prevenção?

A baixa imunidade facilita a entrada da doença. Por isso, é fundamental fazer uma consulta ao médico para saber se está tudo bem com a sua saúde. Com uma boa imunização, é mais difícil o herpes se manifestar no corpo, mesmo após o contágio.

Uma boa alimentação também é essencial, assim como cuidar da higiene adequadamente. A prevenção do herpes genital é feita por meio do uso de preservativos. A proteção é importante, pois, mesmo quando não existem lesões, o tipo genital pode ser transmitido durante uma relação sexual desprotegida.

Agora que entendeu melhor sobre a doença e formas de se prevenir, aproveite para saber mais a respeito dos tipos existentes de DSTs!

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